A série de eventos, que dura uma semana, contará com artistas como Jamie Jones, Black Coffee, Mochakk, ARTBAT, CamelPhat, Carlita, LP Giobbi, Vintage Culture e muitos outros…
Durante o Carnaval, o Rio de Janeiro sempre foi um polo global. Em 2026, a BOMA transforma essa força gravitacional em um novo epicentro da cultura da música eletrônica.
A plataforma cultural brasileira anuncia sua programação de Carnaval mais ambiciosa até o momento, retornando ao Rio de Janeiro com seis noites de experiências selecionadas no Museu do Amanhã — o museu mais visitado da América Latina e um dos marcos arquitetônicos mais icônicos do mundo.
Projetado por Santiago Calatrava e situado às margens da Baía de Guanabara, o museu se torna mais do que um espaço para eventos. Ele se torna um símbolo: um ponto de encontro entre a ancestral celebração da liberdade no Brasil e a linguagem futurista da música eletrônica global.
Nascida do desejo de criar a experiência que seus fundadores queriam viver, a BOMA — Born Of Music Addiction — evoluiu de uma festa para uma plataforma cultural que opera na interseção entre som, arte, moda e comportamento contemporâneo. Sua abordagem vai além dos line-ups. Trata-se de como a música ocupa o espaço, como as pessoas se movem juntas e como a memória coletiva é construída na pista de dança.
Guiada por quatro pilares — experiência excepcional, line-up desejável, comunidade fiel e influência cultural — a BOMA se consolidou como uma das plataformas boutique mais respeitadas do Brasil, ocupando locais de importância arquitetônica e cultural e criando experiências onde som, espaço e identidade são inseparáveis.

O Carnaval é onde essa visão atinge sua plenitude.
A jornada começa em 13 de fevereiro, com Jamie Jones abrindo a semana ao lado de Adam Ten b2b Mita Gami, Miguelle & Tons e GIU. A noite define o tom para o que vem a seguir: um ponto de encontro entre a cultura house global e a essência da BOMA: fluidez, progressão e energia coletiva.
Em 14 de fevereiro, Black Coffee retorna ao BOMA para comandar uma noite dedicada ao afro-house, groove e sofisticação rítmica. Acompanhado por Carlita, Ahmed Spins, Bhaskar, Jackson, Malive e Unfazed, a noite destaca as raízes profundas do gênero e sua evolução contemporânea, refletindo o pulso global da música eletrônica atual.
Em 16 de fevereiro, Mochakk e Dennis Cruz se reúnem, com uma apresentação especial de Bob Moses (club set), além de OsGemeos e Halfcab. É uma das programações mais aguardadas da temporada — um diálogo entre gerações, onde a energia da nova escola encontra a sensibilidade da velha guarda em um dos espaços mais marcantes da cidade.
Em 17 de fevereiro, o Museu do Amanhã recebe ARTBAT e CamelPhat, com a participação especial de LP Giobbi, além de Departamento e Tato. A noite é construída em torno de sons poderosos, melódicos e cinematográficos no palco principal, transformando o museu em uma pista de dança panorâmica emoldurada pela arquitetura e pela luz.
O ápice da celebração acontece no dia 20 de fevereiro com Vintage Culture, acompanhado por WhoMadeWho (DJ set híbrido), Omri, Eli Iwasa e Doozie. Conhecida como “Sexta-feira dos Campeões”, a data coincide com o anúncio da escola de samba vencedora dos desfiles do Rio, tornando-se um dos momentos mais emocionantes do Carnaval — onde a voz eletrônica global do Brasil encontra seu ritual cultural mais icônico.
A jornada se encerra no dia 21 de fevereiro com uma colaboração com Dawn Patrol, com os apresentadores Maz e Antdot, e o convidado especial Kölsch, além de Riascode e Bakka. Guiando a multidão rumo ao nascer do sol, o capítulo final se desenrola como um dos rituais mais celebrados da BOMA — um momento de libertação, conexão e renovação coletiva.

A presença da BOMA no Carnaval do Rio já é uma tradição. Ao longo dos anos, a plataforma transformou suas edições em cidades em marcos culturais, atraindo público do Brasil e do exterior, mesclando música, design, intervenções artísticas e experiências sensoriais.
O que começou como uma plataforma impulsionada pela criatividade e pela comunidade evoluiu para uma das forças definidoras do Carnaval contemporâneo, comprovando que a música eletrônica ocupa um lugar central no momento cultural mais importante do país.
Em 2026, a BOMA eleva esse legado com sua programação mais ambiciosa até o momento, reafirmando seu papel como uma voz criativa líder na cena eletrônica brasileira — e como uma ponte cultural entre a identidade local e a influência global.
Nós somos a BOMA.
Nascida da paixão pela música.

