Na Barra, fantasia vira manifesto e ocupa a avenida como expressão de liberdade.
No Carnaval de Salvador, a fantasia deixou de ser apenas adereço para virar identidade. No circuito Barra-Ondina, cada look conta uma história — e, em 2026, a torre Beats transformou essa expressão em manifesto estético com a sua já icônica estrutura no circuito.
A torre Beats virou ponto de encontro para quem entende o Carnaval como performance. Em meio a luzes, música e muita irreverência, o espaço se consolidou como vitrine da criatividade que toma conta da avenida.
Ali, a fantasia é linguagem. A publicitária Marina Daltro, 27 anos, escolheu um look futurista com recortes metalizados e óculos esculturais. “Eu não venho só para curtir. Eu venho para performar. A fantasia é meu jeito de ocupar o espaço, de experimentar quem eu posso ser”, conta.
Já o estudante de moda Caio Lisboa apostou em um figurino feito de fitas neon e aplicações artesanais. “Carnaval é laboratório. Aqui eu testo tendência, misturo referências e celebro diversidade. A torre Beats é esse lugar do experimental, do diferente, do que ainda está nascendo”, diz.
Mais do que estética, os looks revelam narrativas de pertencimento, liberdade e inovação. A moda que desfila no circuito dialoga com gênero fluido, sustentabilidade, cultura pop e brasilidade — e encontra eco em marcas que se posicionam ao lado do novo. Na torre Beats, o Carnaval ganha altura — e significado.

