Fernanda Porto coloca a música eletrônica brasileira em evidência com o novo selo Tropical Lab Records.
Fernanda Porto acende um novo farol na cena: nasce o Tropical Lab Records, selo criado para fortalecer a música eletrônica brasileira com visão, curadoria e construção de legado — e já chega com base sólida, sendo distribuído pela DNBB Music Group.
Antes do selo, vale o retrato: Fernanda Porto é uma das artistas mais importantes na ponte entre a música brasileira e a linguagem eletrônica.

Cantora, compositora e produtora, ela construiu uma assinatura própria ao misturar voz, brasilidades e pista — transformando estética em identidade e abrindo caminhos para o eletrônico nacional dialogar com o mundo.
Agora, esse novo capítulo vem com uma frase que parece fechamento de ciclo — e abertura de universo:
“Muitas coisas ficaram perdidas por muito tempo porque eu ainda não tinha um ‘lugar’ para organizar meu passado e meu futuro. O Tropical Lab Records é esse lugar.
Finalmente eu consigo cuidar da minha carreira com o olhar e o cuidado que eu sempre quis — e, principalmente, me sentir dona dos meus fonogramas, organizando tudo de forma profissional, com verdade, com método e com amor.”
“E ter essa intersecção é muito forte pra mim: trazer o que já aconteceu, os remixes que já viveram sua história, e ao mesmo tempo abrir portas para novos DJs e produtores. É passado e futuro conversando na mesma pista.”

A proposta do Tropical Lab vai além do lançamento por lançamento. O selo quer cuidar de novos produtores brasileiros, ajudando a desenvolver identidade sonora, estética, narrativa e estratégia — aquele tipo de apoio que transforma talento em trajetória e cria uma ponte real entre o underground, o streaming e a pista.

E tem mais: nos próximos meses, o selo também abre espaço para a memória virar combustível, trazendo releituras de clássicos da eletrônica em forma de novos remixes, com nomes como Kasino, Mystific, Abst4ct, Bruno Motta, Ramilson Maia, Tabbi, entre outros — transitando por diversos estilos e conectando gerações no mesmo BPM.
O calendário ainda guarda um anúncio com cheiro de história: vem aí um novo LP ligado ao universo de “Sambassim”, incluindo uma versão jamais lançada antes, intitulada “Sambassim 2000” — uma peça inédita que promete costurar passado e futuro como quem liga um sampler em alta voltagem. Paralelamente, o selo prepara novos lançamentos de artistas brasileiros, ampliando o radar para sons frescos e identidades que merecem palco.
E, como se isso não bastasse, Fernanda confirma que está em modo criação total:
“Eu me sinto no lugar certo. E essa parceria com o Aaron Mello e com a DNBB Music me dá algo que eu sempre busquei: um espaço que entende a cena eletrônica de dentro, com seriedade e visão. É uma plataforma-mãe que abriga meu selo e me conecta com a música eletrônica de um jeito realmente profissional.”
Nos bastidores dessa conexão, existe um nome-chave: Vera Medina, que apresentou pessoalmente Fernanda Porto e Aaron Mello (DNBB Music Group), percebendo a sinergia imediata que transformaria a ideia em realidade — como quem junta dois fios certos e vê a cidade acender.

No fim das contas, o Tropical Lab Records nasce como um recado elegante e direto: a música eletrônica brasileira não é só cena — é linguagem, é indústria criativa, é futuro em construção.
Siga o selo no Instagram: @tropicallabrecords.

