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Lollapalooza Brasil reúne público de todo o país no segundo dia

By Conteúdo Digital22 março, 2026Updated:22 março, 2026Nenhum comentário7 Mins Read
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Lollapalooza Brasil reúne público de todo o país e reforça força de line-up diverso no segundo dia de festival.

Com 52% da plateia vinda de fora de São Paulo, sábado foi marcado por shows que transitaram entre pop, rock, eletrônico, hip hop e k-pop, consolidando o evento como vitrine global de tendências.

O Lollapalooza Brasil 2026 reafirmou sua dimensão nacional e internacional no segundo dia de festival. Com 52% do público vindo de fora do estado de São Paulo, o Autódromo de Interlagos recebeu fãs que cruzaram o país e até fronteiras para acompanhar um line-up diverso e atual, que percorreu diferentes gêneros e gerações, do rock ao k-pop, passando pelo pop, eletrônico e música urbana. Entre os nomes mais aguardados, a headliner Chappell Roan e o grupo sul-coreano RIIZE corresponderam à expectativa de quem veio de perto ou de longe para vê-los ao vivo. Marina também atraiu fãs vindos de outras regiões do país e não decepcionou ao apresentar músicas de novo álbum. Foto em Grupo e Jadsa se destacaram entre os nacionais. 

Marina

Chappell Roan fez sua estreia no Brasil trazendo com um cenário grandioso e um show vibrante. Um dos principais nomes da nova geração do pop internacional, a artista subiu ao Palco Budweiser após conquistar projeção global com hits como “Pink Pony Club” e “HOT TO GO!”, que não ficaram de fora do repertório. Com uma performance marcada por uma forte identidade visual, ela comandou com facilidade um público de 85 mil pessoas que passou pelo festival neste sábado. 
 

Roan fez os fãs chegarem cedo na busca por um lugar especial perto da grade. As amigas Danielle Silva Pereira e Ana Carolina Souza de Oliveira, ambas com 22 anos e vizinhas do Autódromo, chegaram na fila às 7h da manhã, com o objetivo de vê-la de perto. Os looks pensados especialmente para a ocasião, foram inspirados na música “Pink Pony Club”. “Na letra, ela descreve como um lugar onde as pessoas conseguem ser elas mesmas. Me identifiquei muito com a artista”, diz Danielle. Além dos leques – que já tinham marcado o primeiro dia de Lolla BR – no sábado o público apostou no rosa e incluiu nos figurinos chapéus no estilo cowboy.
 

Abrindo o dia no Palco Budweiser, Jadsa levou ao festival o show eleito o melhor do ano pela Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA). Indicada ao Grammy Latino na categoria de Melhor Álbum de Rock ou Música Alternativa, ela apresentou sua mistura entre rock e MPB. Em seguida, Agnes Nunes emocionou na estreia no Lolla BR e recebeu duas participações especiais: Tiago Iorc, em “Pode se Achegar”, e Sandra de Sá, com o clássico “Olhos Coloridos”.
 

A galesa Marina foi o motivo que fez o casal de namorados Adam Cruz e Pietro Santos, ambos de 22 anos, viajarem cerca de três mil quilômetros entre Belém e São Paulo. “Ela coloca muita personalidade em cada trabalho. Acho a Marina inovadora”, comemora Cruz, segurando seu espaço na grade, que, segundo ele, só deixaria no fim do show. A artista priorizou canções do novo álbum e apostou em uma estética teatral, equilibrando carisma, conceito e escolhas pouco convencionais.
 

Em seguida, o fundador do Lollapalooza, Perry Farrel, subiu ao palco ao lado do Cacique Raoni Metuktire. O ativista ambiental fez um discurso em sua língua natal, o Kayapó, chamando a atenção dos jovens para a proteção da floresta. Já Lewis Capaldi foi o penúltimo artista a entrar no Palco Budweiser, reunindo fãs fiéis em um show que incluiu “Someone You Loved”, além de músicas como “Survive”, “Forget Me” e “Before You Go”.
 

No Palco Samsung Galaxy, o dia começou com a Hurricanes, considerada uma das promessas do rock nacional, seguida pelo quarteto mineiro Varanda. A recém-formada Foto em Grupo, com Ana Caetano (AnaVitória), Zani, Padro Calais (Lagum) e João Ferreira (Daparte), apresentou faixas do álbum homônimo, como “A Noite É Uma Criança” e “Eu Te Odeio”, em um momento de forte interação com o público.

Cypress Hill

O hip hop ganhou protagonismo com o Cypress Hill, um dos grupos mais icônicos do gênero, reforçando o diálogo do festival com diferentes gerações da cultura urbana. No repertório, canções em inglês e espanhol, como “Tequila Sunrise”, culminaram em “Jump Around”, que encerrou o show com o público pulando em coro.
 

Na reta final do dia, a música eletrônica tomou conta do espaço com Skrillex. Vencedor de nove Grammys, o DJ retornou ao Brasil com um setlist de alta intensidade, combinando diferentes vertentes da eletrônica. A apresentação contou com efeitos visuais impactantes, incluindo pirotecnia, labaredas de fogo e cortinas de fumaça, transformando o Autódromo em uma grande pista de dança.

Lollapalooza 2026 e todo mundo aí!

Ao longo do gramado, a diversidade musical se refletiu também no público, que transformou o festival em um espaço de encontro entre diferentes estilos, estéticas e gerações — reforçando o Lollapalooza como uma vitrine global de experiências ao vivo. “O line-up deste ano está muito forte, com vários headliners que todo mundo quer assistir, e isso fez muita diferença na experiência”, conta Alexandre Morato, de 26 anos, de São Paulo (SP). “No geral, viemos pelos shows que já estavam no nosso radar, mas acabamos aproveitando o festival como um todo”, completa Letícia Caseca, de 27 anos, também de São Paulo (SP).

No Palco Flying Fish, Artur Menezes abriu a programação com seu blues, seguido pela Cidade Dormitório, que celebrou dez anos de carreira. O trio mexicano The Warning levou intensidade ao palco, com uma performance que conquistou especialmente o público mais jovem e reforçou a conexão da banda com o Brasil.
 

Outro trio que se apresentou no espaço foi o TV Girl, com um show envolvente, marcado por uma atmosfera nostálgica e pelo charme vintage do indie pop. No repertório, músicas como “Lovers Rock”, “Not Allowed”, “Cigarettes Out the Window” e “Blue Hair” sustentaram a conexão com a plateia.
 

Os coreanos do RIIZE, um dos shows mais esperados do sábado, atraíram fãs de diferentes países. Lilian Sera, 56 anos, e Alejandra Sera, 23 anos, vieram da cidade de Jalisco, no estado mexicano de Guadalajara, para acompanhar em São Paulo a banda predileta. “Não estou apenas acompanhando minha filha, gosto muito da música deles também”, antecipou Lilian. “Eles são muito talentosos. Para mim são fantásticos”, disse a filha.
 

O grupo de k-pop levou ao palco o preciosismo característico do gênero e esbanjou simpatia, arriscando algumas palavras em português como coro de “Eu não vou embora”.  Com coreografias precisas e forte presença de palco, o sexteto fechou o dia do Palco Flying Fish com um espetáculo dinâmico, que conseguiu prender a atenção do público desde os primeiros minutos. 

O Palco Perry’s by Fiat iniciou sua programação com Blackat, seguido por Marcelin O Brabo, representando a nova cena eletrônica nacional. O trio Crizin da Z.O. fez sua estreia no festival com músicas dos discos “Alma Braba” e “Acelero”, enquanto o duo Febre90s antecedeu a apresentação da rapper N.I.N.A, um dos destaques da cena atual. 
 

O britânico Hamdi surgiu vestido com uma camisa do Brasil e levou suas batidas marcantes ao público, enquanto 2hollis chamou atenção com um tigre branco cenográfico e um show que misturou pop experimental, eletrônico e hip-hop. Na sequência, MU450, único brasileiro a se apresentar no Lollapalooza Índia este ano, entregou uma performance tecnológica e intensa. O encerramento ficou por conta do duo alemão Brutalismus 3000, que manteve a energia elevada com sua mistura de hardcore, gabber e electroclash.

Lollapalooza 2026, segundo dia

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