Projeto idealizado pelo DJ avança pelo Brasil e promete estremecer São Paulo, Camburiú e, pela primeira vez, Belo Horizonte
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Art cars que pulsam como esculturas em movimento, feixes de luz que desenham paisagens no ar e milhares de corpos sintonizados em uma mesma frequência. Assim se apresenta o novo capítulo do DNA, projeto concebido por Vintage Culture, que transforma a música eletrônica em linguagem sensorial e posiciona o Brasil no epicentro da cultura contemporânea global.
A temporada de 2026 se inicia com um movimento de expansão estratégica e consolidação. Belo Horizonte estreia na rota em 19 de setembro, seguida por São Paulo em 5 de dezembro e Balneário Camboriú em 30 de dezembro. Três praças determinantes que ancoram o DNA como um dos acontecimentos centrais do calendário nacional.
A venda de ingressos para o público cadastrado tem início em 12 de maio. Mais informações estão disponíveis em artcardna.com.br.
Esse avanço dialoga diretamente com a trajetória de Vintage Culture. O artista ocupa posição de destaque no circuito internacional, com presença recorrente nos principais festivais e rankings globais. Sua carreira se estrutura a partir de uma identidade artística consistente, curadoria sofisticada e leitura precisa da dinâmica das pistas.
Sua atuação redefine o papel do Brasil na música eletrônica mundial. Ao projetar sua estética sonora para diferentes públicos e mercados estratégicos, amplia horizontes, reposiciona a cena nacional e impulsiona novos talentos. Sua linguagem conecta apelo popular e sofisticação musical, estabelecendo pontes fluidas entre circuitos de grande escala e ambientes especializados.

É dessa visão que emerge o DNA, concebido como materialização de uma assinatura artística em escala monumental. No centro da experiência está o art car DNA, inspirado na cultura do Burning Man, que ressignifica o conceito de palco ao se afirmar como instalação artística viva. Um organismo que integra música, cenografia, tecnologia e interação humana em fluxo contínuo.
A nova edição apresenta o maior art car da América do Sul, equipado com conteúdo tridimensional, pirotecnia, lasers e um dos sistemas de som mais potentes do país. A cenografia imersiva se expande por todo o espaço, incorporando instalações, performances e ativações que transformam o ambiente em um ecossistema sensorial de alta complexidade.
O DNA se estrutura a partir de um manifesto que orienta sua cultura: liberdade de expressão, conexão humana, senso de comunidade, responsabilidade ambiental e valorização do presente. Esses princípios se traduzem em experiências como a Aldeia Zen Camp, voltada ao bem-estar e à reconexão, além de iniciativas sustentáveis integradas à operação.
A chegada a Belo Horizonte amplia o alcance do projeto em um território de forte identidade musical. São Paulo reafirma sua posição como eixo estratégico do entretenimento ao vivo na América Latina, enquanto Balneário Camboriú encerra o ciclo em um momento de celebração coletiva e alta intensidade emocional.
Desde sua estreia, em março de 2025, o DNA construiu uma trajetória sólida, reuniu milhares de pessoas e consolidou uma comunidade orientada por experiências autênticas. Estruturas como o FCKR 100, com intervenção de OSGEMEOS, o VARIG 727 e o Favela Art Car expandem o impacto visual e simbólico, inserindo o projeto em um território onde arte contemporânea e música se articulam de forma orgânica.
O DNA estabelece direção na cena eletrônica contemporânea. A música se afirma como força de conexão, enquanto o espaço se transforma em território de presença, troca e expressão. Um movimento concebido por Vintage Culture que se expande como experiência coletiva de grande escala.
DYSTOPIA
NATURE
ART
DNA.


