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Lollapalooza Brasil: Com ingressos esgotados, Sabrina Carpenter encanta público

By Conteúdo Digital21 março, 2026Updated:21 março, 2026Nenhum comentário8 Mins Read
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Multidão que ocupou o Autódromo de Interlagos celebrou a diversidade do line-up com shows que foram do pop ao rock, passando pelo rap, eletrônico e reggae.

No estilo Lollapalooza

O Lollapalooza Brasil começou sua 13ª edição com um belo dia de sol e ingressos esgotados para este primeiro dia, reafirmando a escolha assertiva do line-up – que vem sendo elogiado pela diversidade de artistas e headliners no auge de suas carreiras.

Lollapalooza 2026

No total, 56% de todos os ingressos de 2026 foram Pass. Isso reforça a consistência da curadoria ao longo dos três dias de festival e a paixão dos fãs por viver a experiência completa do Lollapalooza pelo gramado, era possível perceber os fãs de todas as idades e ritmos variados – dos looks pop inspirados na diva Sabrina Carpenter ao total black de quem veio curtir o Defotnes, passando por toda irreverência dos Viagra Boys e o mar de leques que tomou conta do público acompanhando a coreografia de Doechii.

O evento ainda teve como destaque as apresentações de DJ Diesel Aka Shaq e Ruel, devidamente uniformizados com a camisa do Brasil, o reggae baiano de Edson Gomes, a DJ que se define como “metade cavalo, metade humana”, Horsegiirl, e do norueguês Kygo. 

DJ Diesel Aka Shaq

A apresentação de Sabrina Carpenter no Palco Budweiser foi um dos momentos mais vibrantes desta sexta-feira, reunindo uma multidão que lotou a frente do palco para acompanhar um show repleto de hits. Em sintonia com o público brasileiro, a artista se arriscou no português em diversas interações, elevando ainda mais a conexão com os fãs que, em um gesto de carinho, entregaram a ela uma bandeira do Brasil estampada com seu rosto, prontamente erguida pela cantora durante a apresentação. 
 

Um dos pontos altos veio com “Juno”, faixa em que Sabrina mantém a tradição de convidar uma personalidade para participar no telão: desta vez, a escolhida foi Luísa Sonza, levando o público ao delírio. Para terminar, ela coroou sua performance com uma das maiores faixas de sua carreira, “Espresso”. 
 

A abertura do Palco Budweiser ficou por conta de Stefanie, rapper que se apresentou pela primeira vez com uma banda completa no Lollapalooza. A segunda artista a se apresentar no espaço, Negra Li entregou ao público um show afetivo com a presença dos filhos, Sofia, de 16 anos, e Noah, de 8 anos. Consagrada na cena do rap nacional, a artista também recebeu no palco Gloria Groove, que se apresentou desmontada, para um dueto de “Retrovisor”. Blood Orange mostrou que a música fala mais alto ao passear pelos vocais, guitarra, violoncelo e piano, em um show que contou com canções queridinhas do seu público, como “Saint”, “Jesus Freak Lighter” e “Charcoal Baby”. 

Negra Li

Uma das artistas mais esperadas desta edição, a norte americana Doechii, entregou tudo que o público esperava: muitos hits, coreografias, batidas de funk e um cenário de tirar o fôlego. Os fãs retribuíram com um mar de leques que eram ouvidos a longas distâncias. Em sua estreia no Brasil, o grande destaque do rap mundial presenteou o público performances de “Anxiety”, “Girl, Get Up”, “Nissan Altima” e “Denial Is a River”.  
 

No Palco Samsung Galaxy, a abertura ficou por conta da banda Ginger and the Peppers, vencedora do concurso Temos Vaga, promovido pela 89 FM A Rádio Rock. Em seguida, a curitibana Terraplana levou suas guitarras retorcidas e composições que passaram pela sua história, como “Salto no escuro” e “Amanhecer”. 
 

Os suecos do Viagra Boys mostraram toda acidez característica da banda, em um show marcado por interação com o público – o que incluiu o tecladista Elias Jungqvist entrando no meio público ao fim da apresentação. A banda apresentou cancões de seus quatro álbuns, como “Research Chemicals” e “Man Made Of Meat”. Em seguida, os veteranos do Interpol, em uma performance tecnicamente impecável, levaram ao Lollapalooza sua atmosfera melancólica. A apresentação passou por faixas como “All the Rage Back Home”, que abriu o set, além de clássicos como “Evil” e “Slow Hands”. 
 

Os Deftones fecharam os shows no espaço privilegiando canções do seu novo álbum, sem deixar de fora grandes sucessos da carreira. Passando por clássicos como “Be Quiet and Drive (Far Away)”, “My Own Summer (Shove It)” e “Change (In the House of Flies)” os veteranos seguraram um público animado do início ao fim. 
 

O Palco Flying Fish iniciou sua programação desta sexta-feira com a banda paulistana de hardcore Worst. Na sequência, Scalene realizou sua terceira apresentação no festival, após um hiato que teve início em 2022 e foi até o ano passado, e não deixou de fora do repertório uma das músicas mais conhecidas da carreira, “Entrelaços”. Com camisa do Brasil e óculos modelo Juliet, Ruel subiu ao Palco Flying Fish para apresentar destaques do início da carreira a sucessos recentes como “Kicking My Feet” e “The Suburbs”. O australiano mostrou segurança no palco e se divertiu ao longo da apresentação, conquistando o público em sua estreia no festival. 
 

O trio canadense Men I Trust foi o penúltimo a se apresentar, levando ao Lollapalooza hits como “Show Me How” e “Come Back Down. Fechando a programação do Palco Flying Fish, o baiano Edson Gomes reafirmou sua importância como um dos grandes nomes do reggae brasileiro. Com clássicos como “Perdido de amor”, o artista agradou seus fãs fiéis em uma apresentação marcada pela conexão direta com o público e pela força de mensagens que seguem atuais.
 

Bruna Strait fez sua estreia no Lollapalooza em show no Palco Perry’s que contou com participação de Bárbara Grando. Juntas, elas performaram ao vivo “Can’t Get You Out of My Mind” e apresentaram em primeira mão ao público do festival “Something Beautiful”. No mesmo espaço, a DJ alemã que não revela seu rosto, Horsegiirl, abriu com seu mais novo single “Only the Best” e animou o público em um setlist repleto de influências do trance e do techno.  
 

Em seguida, foi a vez de DJ Diesel Aka Shaquille O’ Neil subir ao palco em uma entrada pirotécnica e logo mostrou todo seu carisma pedindo aos fãs para levantar as mãos. Também vestido com uma camisa do Brasil, o artista que se tornou mundialmente conhecido pelo sucesso nas quadras de basquete, mostrou que os palcos agora são o seu lugar. O último artista a se apresentar no Perry’s, KYGO. Após apresentar ao público grandes sucessos da carreira, o artista encerrou o primeiro dia do Lollapalooza 2026 em grande estilo com um show pirotécnico. 

Diversão para todos os tipos de fãs e looks para todos os artistas 
 

Os fãs da Sabrina coloriram o Lollapalooza com a ajuda do sol que brilhou forte nesta sexta-feira. O estudante Gabriel Campos Lima, 19 anos, preparou um look especial, baseado no álbum Man's Best Friend, da artista norte-americana. Com um chapéu rosa elegantérrimo, Lima estava entusiasmado por conseguir um espaço na grade do show. “Não saio daqui por nada. É uma cantora que acompanho há tempos”, diz o jovem que saiu da capital federal rumo a São Paulo, só para estar perto da artista.
 

O casal de namorados Patrick Santana, 20 anos, e Camile Santos, 22 anos, é uma prova de que o line-up do Lollapalooza agrada a todos os tipos de público. Ele, metaleiro de carteirinha, vestido com o visual Black, veio ao festival para curtir de perto as guitarras pesadas do Deftones. Ela, com seu look mais clean, prefere Doechii. E mesmo com a diferença na preferência musical, eles conseguem se divertir juntos. “Ele é mais inflexível, então vou acompanhá-lo no show do Deftones”, diz Camile. Santana só vai largar a namorada durante o show da banda Terra Plana. “Ela não quer perder a grade da Doechii, então depois eu volto pra encontrá-la”, ressalta. 
 

Para o casal, o que vale mesmo é o respeito mútuo. “O Lolla proporciona isso para gente. Apesar de gostos diferentes, os dois vão sair felizes e realizados”, enfatiza Santana. O casal veio do Rio de Janeiro especialmente para viver as emoções dos três dias de shows. Diversão garantida para ambos.
 

Já a mineira Manuela Castanheira, 22 anos, chegou na quinta-feira de Belo Horizonte, sozinha, já para evitar possíveis conflitos. “É Sabrina Carpenter e ponto!”.  A estudante de fisioterapia não saiu do Palco Budweiser para não perder a chance de ver sua artista predileta de pertinho. “A música dela é muito animada e divertida. Vale muito a pena estar aqui”, comemora.

Sobre o Lollapalooza      

Fundado por Perry Farrell em 1991 com a proposta de ser um festival itinerante, o Lollapalooza segue como referência de inovação cultural em festivais mais de 30 anos depois.  O Lollapalooza foi   um dos primeiros festivais a reunir artistas de uma ampla variedade de gêneros musicais em um só evento, a viajar, a se expandir para vários dias, a apresentar um segundo palco, a misturar arte e ativismo, a compensar suas emissões de carbono, a colocar artistas de música eletrônica no palco principal, para criar uma programação familiar, a se instalar no centro urbano da cidade e a expandir internacionalmente.      
  

O Lollapalooza tornou-se um festival anual de renome mundial em Chicago (2005), bem como em países culturalmente ricos, incluindo Chile, Argentina, Brasil, Alemanha, França e Índia. É um dos principais destinos musicais para fãs de música nos Estados Unidos e no mundo. 
 

 Para outras informações e atualizações, siga o Lollapalooza Brasil: Instagram e Twitter: @lollapaloozabr   

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