A Heineken® lançou a campanha “Algoritmo”, que convida as pessoas a desafiarem suas próprias bolhas sociais e questionarem a previsibilidade das recomendações automáticas, e, como desdobramento, apresenta uma pesquisa inédita desenvolvida em parceria com a Box1824, que analisa o impacto das recomendações automáticas na forma como os brasileiros fazem escolhas e se relacionam com marcas.
Esse estudo é o “Reset da Mesmice” e seus dados mostram uma mudança direta na relação com as marcas. Para 34,5% dos brasileiros, marcas que valorizam a originalidade são as que apostam em curadorias feitas por pessoas reais, com seus erros e subjetividades. Na mesma direção, 33,6% afirmam preferir produtos e experiências que fogem de fórmulas prontas, reforçando a rejeição a modelos previsíveis impulsionados por algoritmos.
Esse deslocamento acontece em um contexto de desgaste da repetição. Hoje, 25,3% das pessoas sentem que seu gosto foi moldado pela exposição constante aos mesmos padrões, enquanto 48,9% afirmam que querem retomar o controle e depender menos de recomendações algorítmicas nos próximos anos.
“Mais do que uma rejeição à tecnologia, o que a gente observa é uma revalorização da autoria. Existe um desejo crescente de retomar o controle sobre as próprias escolhas e de construir um gosto que não seja mediado ou validado por sistemas externos”, afirma Francisco Formagio, estrategista criativo e pesquisador de comportamento da Box1824.
Nesse cenário, a surpresa ganha novo peso. Para 28,4% dos entrevistados, a principal recompensa de sair da própria bolha é a sensação de estar vivo diante de uma conexão espontânea. E isso se reflete diretamente na relação com as marcas: 8 em cada 10 pessoas dizem se conectar mais com aquelas que ajudam a romper essas bolhas.
Para Igor de Castro Oliveira, diretor de marketing do Grupo HEINEKEN Brasil, os dados indicam uma mudança relevante na lógica de construção de marca. “Durante muito tempo, as marcas foram guiadas pela ideia de previsibilidade e precisão. O que a gente começa a ver agora é uma abertura para o oposto: experiências que não estão totalmente resolvidas de antemão, que permitem descoberta, erro e interpretação. Isso muda a forma como as marcas se relacionam com as pessoas”, afirma.
Esse movimento reforça o papel da Heineken® como uma empresa que historicamente lê e antecipa transformações culturais, conectando tendências de comportamento a iniciativas que provocam novas formas de consumo. Com a campanha “Algoritmo” e a pesquisa inédita desenvolvida com a Box1824, aprofunda-se essa discussão e convida o público a refletir sobre o impacto das recomendações automáticas no dia a dia.
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Sobre o Grupo HEINEKEN
O Grupo HEINEKEN chegou ao Brasil em maio de 2010, após a aquisição da divisão de cerveja do Grupo FEMSA. Em 2017, fortaleceu sua presença no país com a aquisição da Brasil Kirin, consolidando-se como o segundo maior player do mercado brasileiro de cervejas. Hoje, a companhia emprega mais de 13 mil pessoas e opera 13 unidades produtivas – sendo 12 cervejarias e duas microcervejarias – além de construir sua 14ª cervejaria em Passos (MG).
Com sede em São Paulo, o portfólio da companhia inclui marcas como Heineken®, Amstel, Amstel Ultra, Eisenbahn, Eisenbahn Unfiltered, Sol, Baden Baden, Blue Moon, Lagunitas, Devassa, Tiger, Bavaria, Glacial, Kaiser, No Grau, Schin e Amstel Vibes. No segmento de não alcoólicos, estão presentes Heineken® 0.0, Sol Zero, CLASH'D, FYS, Itubaína, Skinka e Água Schin.
O Grupo HEINEKEN no Brasil é subsidiário da HEINEKEN NV, maior cervejaria da Europa. Mais informações no site e nos perfis da companhia no LinkedIn e Instagram.

