Close Menu
DJ SOUND, música, estilo e comportamentoDJ SOUND, música, estilo e comportamento
  • Home
  • News
  • Agenda
  • Awards
  • Shopping
  • DJ SOUND Music
  • TV
  • Contato

Assine para Receber Atualizações

Fique por dentro das novidades, lançamentos e conteúdos exclusivos do universo da música eletrônica, arte e entretenimento.

Últimas Noticias

MC PH, MC Hariel e MC Marks lançam “BRASIL”

21 maio, 2026

Após feat com Ne-Yo, BELLI é confirmada no júri do Canta Comigo Teen

21 maio, 2026

Mapfre e GFT aceleram transformação digital no agro

21 maio, 2026
Facebook X (Twitter) Instagram
Facebook X (Twitter) Instagram YouTube
DJ SOUND, música, estilo e comportamentoDJ SOUND, música, estilo e comportamento
Revistas
  • Home
  • News
  • Agenda
  • Awards
  • Shopping
  • DJ SOUND Music
  • TV
  • Contato
DJ SOUND, música, estilo e comportamentoDJ SOUND, música, estilo e comportamento
Home»News»UBC lança estudo inédito sobre a música eletrônica no Brasil
News

UBC lança estudo inédito sobre a música eletrônica no Brasil

By Conteúdo Digital21 maio, 2026Nenhum comentário8 Mins Read
Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Email
Share
Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Email

Em 2025, o mercado nacional de música eletrônica caracterizou-se pela maturidade, diversidade e uma forte projeção global. Artistas como Alok, Vintage Culture, Mochakk e Liu se destacaram com milhões de seguidores e carreiras internacionais sólidas.

O Brasil figura como o 9º maior mercado fonográfico do mundo, segundo a associação Pro-Música, com um setor de música eletrônica consolidado, diverso e em crescimento. O país combina grande público, festivais internacionais, artistas com alcance global e cenas locais inovadoras. Com o objetivo de mapear esse ecossistema em 2025, analisando oportunidades, desafios e os principais atores do setor, a União Brasileira de Compositores, em parceria com a Brazil Music Conference, lança o relatório ‘Mapa da Música Eletrônica no Brasil’, que será apresentado pela primeira vez no Hot Beats Music Conference.

Maior encontro de negócios da música eletrônica no Brasil, o evento acontece hoje (21/05), no Hotel Nacional do Rio de Janeiro. Participam do painel Claudio da Rocha Miranda Filho, um dos autores do estudo, e Peter Strauss, Gerente de Relações Internacionais, Distribuição e Licenciamento na UBC. O relatório também está disponível para acesso no site da UBC.

A partir de dados de mercado e entrevistas com profissionais da indústria, o estudo revela que o mercado de música eletrônica no Brasil vive uma fase de consolidação e transformação, marcada pelo fortalecimento de artistas nacionais, expansão internacional e mudanças no comportamento do público.

Nos últimos anos, o país deixou de ser apenas consumidor de tendências internacionais para se tornar também exportador de artistas e sonoridades, com nomes brasileiros ocupando posições de destaque em festivais e plataformas de streaming ao redor do mundo.

Esse movimento, descrito no estudo como “Brazilian Storm”, reflete a ascensão de DJs e produtores nacionais, que passaram a atrair grandes públicos e a competir em visibilidade com artistas estrangeiros. Hoje, o line-up de grandes eventos no país já não depende exclusivamente de atrações internacionais para garantir público. E festivais internacionais como Coachella, Primavera Sound e Sonar passaram a contar com DJs brasileiros como principais atrações, a exemplo de Vintage Culture, ANNA, Alok, Mochakk, Clementaum e Cashu. 

Outro destaque é o perfil do público brasileiro, caracterizado como jovem, conectado e altamente engajado. Fãs de música eletrônica no país consomem, em média, mais de 16 horas semanais do gênero e demonstram forte presença nas redes sociais, que se consolidaram como principal canal de descoberta musical — especialmente entre a Geração Z.

A digitalização, aliás, é um dos principais vetores de transformação da cena. A experiência musical, antes centrada na pista de dança, passa a incorporar elementos visuais e digitais, com eventos cada vez mais pensados para gerar impacto nas redes sociais e engajamento online.

Apesar do crescimento, o setor ainda enfrenta desafios importantes. Entre eles, o alto custo de produção de eventos, a dificuldade de captação de patrocínios fora de segmentos tradicionais, a falta de dados estruturados sobre o mercado e entraves relacionados à arrecadação de direitos autorais. Além disso, há uma concentração crescente em grandes festivais, o que dificulta a sustentabilidade de iniciativas menores e mais experimentais.

Por outro lado, o estudo aponta oportunidades relevantes, como a expansão para novas regiões do país, o fortalecimento de colaborações entre artistas brasileiros e internacionais e a integração com outros gêneros musicais, como funk, pop e sertanejo — característica que reforça o potencial criativo e híbrido da música eletrônica no Brasil.

Entre as recomendações, o relatório destaca a necessidade de maior organização do ecossistema, investimento em dados e pesquisas, além de estratégias mais conectadas à cultura local por parte de players internacionais.

Com um público fiel, artistas em ascensão global e forte presença digital, a música eletrônica brasileira se consolida como um dos segmentos mais dinâmicos da indústria cultural no país — e um vetor estratégico de inovação, exportação e impacto econômico.

A música eletrônica é um segmento de grande relevância também econômica e cultural, movimentando globalmente mais de 15 bilhões em toda sua cadeia de eventos. Por isso um estudo e consequente diagnóstico do seu status no Brasil tem muito impacto  no nosso setor. Temos enormes desafios de uma correta arrecadação e mais ainda distribuição e este diálogo aberto e franco com o mercado é o caminho mais curto para aproximar distâncias e buscar novas instâncias de colaboração conjunta. O estudo comissionado pela UBC tem este papel, como sociedade de gestão coletiva líder e como maior representante deste repertório internacional e nacional , afirma Marcelo Castello Branco, diretor executivo da UBC.

Encomendado pela UBC, o estudo ‘Mapa da Música Eletrônica no Brasil’ foi desenvolvido por Camilo Rocha, Claudio da Rocha Miranda Filho e Mauricio Soares, profissionais com atuação reconhecida e de longa data no mercado local, em diferentes frentes. 

Segundo Claudio da Rocha Miranda Filho: O Mapa da Música Eletrônica buscou oferecer contexto e perspectiva – reunindo elementos críticos para a compreensão do mercado, de forma a instrumentalizar os tomadores de decisão de todo o ecossistema. É importante mencionar o caráter mais qualitativo do que quantitativo do estudo. Esperamos com o material oferecer um guia para analisar a atualidade brasileira, suas oportunidades e desafios. Foi um enorme prazer e também um desafio religar a vertical de Pesquisa e Desenvolvimento do BRMC (plataforma que de 2009 a 2021 realizou uma série de conferências e eventos para o trade da música eletrônica), desta vez na companhia privilegiada do Maurício Soares e o Camilo Rocha, dois profissionais atuantes e participativos em muitas fases do desenvolvimento da indústria.

O Mapa da Música Eletrônica traz contexto e perspectiva, por meio de informações qualitativas de um mercado que tem alcance nacional, atravessa gerações, inspira tendências, atrai marcas e exporta talentos. Uma das coisas que chama a atenção, reflexo dessa penetração em diferentes recortes de público, é a riqueza e criatividade da produção artística, que inclui híbridos entre techno, house e funk, interfaces com a MPB e o pop, assim como de trabalhos mais experimentais e alternativos. Em termos gerais, é um cenário diverso e mais do que consolidado, se pensarmos que a música eletrônica movimenta os brasileiros desde a década de 1990, comenta Camilo Rocha.

Para Maurício Soares,  O Mapa da Música Eletrônica Brasil 2025 chega em momento oportuno para um segmento que movimenta multidões, mas ainda carece de dados estruturados e reconhecimento institucional. O estudo confirma o que o mercado já sente: o Brasil deixou de ser importador de tendências para se tornar um exportador global de talentos e sonoridades. Entre os achados mais relevantes, destaca-se o engajamento excepcional do público e o que isso representa para setores como turismo, comércio e serviços. Mais de 60% dos frequentadores viajam entre estados para assistir a festivais, retrato de uma audiência fiel e disposta a investir em experiências. O relatório também evidencia oportunidades ainda subutilizadas, como os crossovers entre a eletrônica e os demais gêneros da música brasileira, e aponta desafios reais para o segmento. Um ponto de partida concreto para decisões de negócio à altura do que a cena já representa.

Sobre os autores:

Camilo é jornalista, escritor e DJ. Atua na cena eletrônica brasileira desde a década de 90, analisando e reportando sobre o movimento como jornalista para grandes veículos nacionais e se apresentando como DJ em eventos importantes como Rock In Rio, Universo Paralello e Virada Cultural. Em 2024, lançou o livro “Bate-Estaca”, sobre os primórdios da cena eletrônica de São Paulo.
 

Claudio dirigiu durante 12 anos a principal conferência de música eletrônica do Brasil, o BRMC, também atuou como contratante e produtor de grandes eventos e festivais, escreveu importantes artigos na área, entre eles o ‘1º Mapeamento da Dance Music Culture no Brasil’ para o Ministério da Cultura Holandês. Hoje atua como curador e diretor artístico de música eletrônica na Rock World, empresa que realiza o Rock in Rio, The Town e Lollapalooza no Brasil; e serve ao Advisory Board da AFEM (Association For Electronic Music).

Maurício é sócio-fundador do espaço de eventos ARCA e da produtora M-S Live, atualmente ocupando a posição de Head of Marketing na equipe do DJ Alok e de membro do conselho da conferência SIM São Paulo. Tem mais de 20 anos de experiência em marketing, branding e estratégia e mais de uma década na indústria do entretenimento e eventos. Foi Country Manager da ID&T Brasil e Diretor de Marketing da Plusnetwork, ocupando posições de liderança em eventos internacionais como Skol Sensation, Tomorrowland Brasil, Electric Zoo e Milkshake.

Sobre a UBC:

A UBC – União Brasileira de Compositores – é uma associação sem fins lucrativos, dirigida por autores, que tem como objetivo principal a defesa e a promoção dos interesses dos titulares de direitos autorais de músicas e a distribuição dos rendimentos gerados pela utilização das mesmas, bem como o desenvolvimento cultural. Fundada em 1942 por grandes nomes da música, a UBC atua até hoje com dinamismo, excelência em tecnologia da informação e transparência, representando no Brasil e no exterior mais de 70 mil associados. Sendo a mais antiga das sociedades do Brasil, rege, junto a outras sociedades congêneres, o Escritório Central de Arrecadação e Distribuição – ECAD. 

trending
Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Email
Conteúdo Digital
  • Website

Related Posts

MC PH, MC Hariel e MC Marks lançam “BRASIL”

21 maio, 2026

Após feat com Ne-Yo, BELLI é confirmada no júri do Canta Comigo Teen

21 maio, 2026

Mapfre e GFT aceleram transformação digital no agro

21 maio, 2026
Editors Picks

Eli Iwasa comanda showcase da “Heels of Love” na Virada Cultural SP

21 maio, 2026

Sónar 2026 cruza estilos artísticos, disciplinas e gerações

21 maio, 2026

Dua Lipa transforma shows históricos no México

20 maio, 2026

Michael Bibi estreia em São Paulo com sua label party One Life

20 maio, 2026
Top Reviews
Facebook X (Twitter) Instagram Pinterest
  • Home
  • News
  • Agenda
  • Awards
  • Shopping
  • DJ SOUND Music
  • TV
  • Contato
© 2026 DJ Sound Mag.

Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.