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CASACOR SP 2026: Ambiente resgata o prazer de ouvir um disco

By Conteúdo Digital1 junho, 2026Nenhum comentário15 Mins Read
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Isabella Nalon transforma arquitetura em experiência sensorial no ambiente A Poética do Ritmo, na CASACOR SP 2026

Inspirado no alinhamento entre mente e coração, o projeto investiga o ritmo do morar
contemporâneo por meio da música, da literatura e das artes

Em uma época marcada pelo excesso de estímulos e pela aceleração permanente da vida contemporânea, a arquiteta Isabella Nalon, que participa, pela segunda vez, da CASACOR São Paulo 2026, apresenta um ambiente que investiga a arquitetura como instrumento de reconexão interior.
Em A Poética do Ritmo, música, literatura, arte, memória afetiva e materialidade brasileira constroem uma narrativa sensorial que propõe o morar contemporâneo não como fuga do cotidiano, mas como a possibilidade de reorganizar o ritmo interno através da contemplação das múltiplas expressões artísticas.
Na visão da profissional é preciso que a gente observe a beleza do viver e realize aquilo que, verdadeiramente, nos eleva. Cada detalhe da narrativa espacial idealizada por ela conduz o visitante por meio da percepção, dos sentidos e do olhar. “Ao tocar os sentimentos, meu intuito é possibilitar que cada pessoa possa olhar para dentro, perceber o próprio ritmo e refletir sobre aquilo que realmente importa”, preconiza.
Inspirado no tema da edição da mostra CASACOR São Paulo 2026, Mente e Coração, o ambiente, uma ilha de conforto de 45 m², converte um espaço de passagem em um lugar de permanência, convivência e experiência, compondo um retrato sensível de quem escolhe viver cercado de cultura e, claro, muita brasilidade.​
“O projeto nasceu da ideia de que o alinhamento entre mente e coração gera um estado de clareza e força. É nesse ponto de convergência que surgem as escolhas mais autênticas, tanto na vida, quanto na arquitetura”, explica Isabella Nalon.
Em cada espaço da A Poética do Ritmo, o visitante é instigado a ficar não por uma imposição,mas por uma vontade legítima e inerente da alma. Essa atração também acontece pelamaneira como a arquiteta Isabella Nalon desenhou a passagem através de um layout bemresolvido e uma circulação fluída. Em evidência na imagem, a expressão do piso de ladrilhohidráulico demarca a divisão entre a sala e a biblioteca e dita um ritmo próximo à de umavaranda | Foto: JP Image
Sem divisórias rígidas, o projeto se organiza em três setores fluidos e complementares, gerando a sensação de percorrer uma casa viva e conectada aos sentidos. Cada setor tem sua atmosfera própria, mas todos permanecem conectados visualmente e emocionalmente.
Nesse paralelo, Isabella também exalta a brasilidade e a forma como passado e presente se comunicam. “Quero expressar como o resgate pessoal das nossas ancestralidades e os hábitos de outrora, como ouvir uma música com o corpo e a atenção plena, além de ter nas mãos um livro físico, entregam muito que nosso inconsciente almeja, mas que nos esquecemos na conjuntura dos tempos de hoje”, argumenta.
Para a arquiteta, a CASACOR São Paulo representa a matéria, o plano físico onde a arquitetura possibilita esse movimento simbólico do alinhamento entre razão e emoção.
No percurso do ambiente, uma fragrância exclusiva foi desenvolvida especialmente para reforçar o clima sensorial. Com notas de fundo de chá branco, combinadas com uma seleção de flores, o aroma acompanha o visitante pela incursão pessoal que realizará.
A arquitetura como expressão dos sentimentosNo teto da biblioteca, as vigas de madeira se encontram com a marcenaria das estantes.Levada pelo pulsar a vida, a arquiteta Isabella Nalon desvela a arquitetura como suaferramenta para construir um ambiente imbuído de sentimentos | Foto: JP Image
A experiência começa na entrada, quando a profissional começa a revelar suas primeiras impressões sobre A Poética do Ritmo. Por ser um ambiente de passagem, ela concebeu um projeto de arquitetura em que o visitante circula de maneira fluida e é instigado a observar cada pormenor exposto. “Nada é por um acaso e eu sou convicta de que tudo tem uma intenção e um significado”, verbaliza.
O amplo pé-direito, de 4 m, também faz parte da narrativa. Logo na entrada, um pórtico de madeira, executado pela Todeschini Arte Design, assim como toda marcenaria, origina uma aura convidativa e acolhedora. Na sala de música, o forro de gesso reduz levemente a altura e entrega uma sensação intimista, enquanto na biblioteca as vigas de madeira desenham o teto em uma composição ritmada, remetendo aos telhados das varandas das antigas casas brasileiras. O elemento conduz o olhar verticalmente e reforça o sentido de profundidade e permanência.
A paleta cromática também participa ativamente da construção emocional do espaço. O ritmo, tão presente em todo espaço, é compreendido pelas distinções arquitetônicas que, a partir da biblioteca, o visitante distingue na sala. “Desde a ‘caixa’ monocromática da sala, formada pelas paredes e o teto na cor Café Místico, da Coral, e as vigas instaladas no teto da biblioteca, essa repetição cadenciada entrega a ideia de uma varanda”, enumera Isabella, que investiu na profundidade da cor Chapada Diamantina para introduzir dramaticidade e profundidade visual à biblioteca.
O projeto luminotécnico resulta em múltiplas camadas que entregam uma atmosfera envolvente. Para essa flexibilidade de uso e a elaboração de setores distintos, estão presentes abajures de mesa, perfeitos para a leitura e aconchego nos pontos de permanência; luminárias de piso que, além de decorativas, são provedoras de luz ambiente difusa no período noturno; as arandelas que valorizam as superfícies, constroem efeitos e uma cenografia dramatúrgica e, por fim, a linha técnica que acrescenta interesse visual ao espaço.
O convite ao olhar interior
Ao entrar no espaço A Poética do Ritmo, o visitante é impactado pelos primeiros sinais que demonstram a sensibilidade de Isabella. A madeira, que aquece todo o projeto, é representada pela marcenaria da Todeschini Arte Design e os móveis soltos da Bella Home.
Logo na entrada, a arquiteta Isabella Nalon entrega o que está por vir: sua devoção ao belo, àmúsica e à leitura | Fotos: JP Image
Suavemente iluminado pelo abajur, o buffet, com portas no acabamento muxarabi, abre frente para a simbologia do espelho que a arquiteta herdou de sua família. Da década de 1960 e adquirido na tradicional L’Atelier — loja frequentada por importantes designers brasileiros das décadas de 1960 e 1970 —, o objeto é emoldurado pela nobreza do jacarandá e a acompanha desde a infância. “É o espelho em que me vejo desde que nasci”, relembra.
A peça funciona como símbolo do olhar interior que Isabella propõe ao longo de todo o ambiente. Com maestria, na parede ao lado ela sintetizou a narrativa ao correlacionar três representações que entregam a sua interpretação do ambiente: o quadro de flores, da loja MAU, entrega seu apreço pela arte e a natureza que sempre se fizeram presentes em sua vida, o trompete, que remete à musicalidade, e o coração, para onde tudo emerge e torna-se a fonte da vida.
O ritual do analógico
A sala de música é carregada por insígnias sensoriais que a profissional revela pouco a pouco. Aqui, o ritmo desacelera e o analógico ganha protagonismo não como nostalgia, mas como escolha consciente de permanência.
Como uma uma caixa de música, a marcenaria projetada pelo escritório e feita pela TodeschiniArte Design, pontua o protagonismo do ritual que o toca-discos retrata na vida dos vinilóficos.Na era do digital, o equipamento não só reproduz o disco: para Isabella Nalon, a arquiteturavaloriza todas as etapas que o apreciador vive até ouvir as primeiras notas | Foto: JP Image
Assim como a embalagem de um vinil eterniza o trabalho assinado pelo artista, a marcenaria valoriza esse momento. No móvel de madeira com as extremidades arredondadas estão as preciosidades que motivam a sala de música. “Sem dúvida, o equipamento e os discos são as principais figuras dessa ambientação”, sustenta a arquiteta, pontuando o nicho interno onde está a seleção de álbuns escolhida em parceria com a Maison de La Musique.
Sobre o acervo musical, a arquiteta Isabella Nalon conta ter feito uma seleção de obras quesempre estiveram presentes em sua vida, referindo-se a artistas da música popular brasileira,bossa nova e os concertos clássicos | Foto: JP Image
A concepção da sala de música também se destaca pelo revestimento executado com painel Tetris, um ripado que une textura e um jogo visual sutil na cor wallnut – o tom clássico e sofisticado da nogueira.
Para a arquiteta Isabella Nalon, o toca-discos e os vinis trazem presença e a experiência deselecionar um LP, retirá-lo da capa, posicionar a agulha e acompanhar o álbum do início ao fim.Como um cerimonial, essas etapas têm o poder de transmutar a escuta em vivência tátil eemocional | Foto: JP Image
Além do toca discos, o mobiliário também acomoda o amplificador e caixas de som, da francesa Elipson, uma das marcas de áudio de maior qualidade do mercado internacional. “Embora o ambiente retrate essa espécie de nostalgia, investimos na tecnologia, pois é fundamental apreciar com uma alta qualidade do som”, pondera.
Ainda no ritmo da música, o violino exposto é uma homenagem da arquiteta Isabella Nalon aoseu avô, imigrante siciliano que veio para o Brasil no pós-guerra. Ela se recorda que, mesmocom suas atividades profissionais, ele nunca deixou de ser violinista, sua grande paixãomusical, que também a influenciou| Foto: JP Image
Na parede à frente da estrutura musical, obras do artista visual Matheus Guilherme aparecem organizadas em diferentes formatos — 10 x 10 cm, 15 x 15 cm, 20 x 20 cm e 70 x 30 cm —, formando uma composição inspirada em partituras musicais em que cada elemento possui peso, pausa e função visual. As menores obras surgem quase como pequenas joias distribuídas pela parede.
O sofá de veludo verde provoca um contraste interessante com as paredes rose terroso da sala de música, tonalidade escolhida por Isabella para mostrar que o neutro contemporâneo vai além do branco, bege ou cinza. Com o propósito de entregar profundidade e adicionar dramaticidade, na biblioteca ela optou por uma cor mais forte – o Chapada Diamantina, da Coral. O resultado entrega uma atmosfera acolhedora e emocional, reforçada ainda pelo tapete da Via Star, produzido com fios PET reciclados.
Ao fundo, a luminária Cantante, da Bertolucci, assinada pela designer brasileira Claudia Moreira Salles, reforça a relação entre música, iluminação e contemplação. Vasos de barro produzidos artesanalmente por diferentes artistas se somam ao intuito de acrescer a mistura entre referências italianas, brasileiras e afetivas dispostas por todo ambiente.
No percurso do ambiente da arquiteta Isabella Nalon, a arte se faz presente com obras doartista visual Matheus Guilherme, que se destacam acima do sofá, e com a malha composta devidro e ligas de metal, executada pelo artista Alex Roca e instalada no painel de madeira daTodeschini Arte Design | Fotos: JP Image
Entre raízes, livros e contemplação
Na biblioteca, o compasso desacelera ainda mais e é onde a experiência ressoa e se completa na memória do visitante. A Poética do Ritmo explora a verticalidade como metáfora de elevação e consciência e as estantes conduzem o olhar para cima, em direção às vigas de madeira do teto que, por sua vez, denotam um movimento visual ascendente que simboliza a conexão entre mente e coração.
A produção das estantes, realizada pela arquiteta Isabella Nalon em parceria com PauloCarvalho, mescla uma seleção de obras literárias, vegetação e objetos afetivos que promovemuma junção entre um jardim e uma biblioteca. Na posição central e acima dos carrinhos de cháestá a pintura assinada pela artista Hanna Dank | Foto: JP Image
Além de títulos garimpados em sebos, a biblioteca reúne livros reais já lidos pela arquiteta, reforçando a proposta de um ambiente funcional e possível de ser vivido no cotidiano. A arquiteta faz questão de enfatizar que nada ali é cenográfico. “As pessoas podem sentar, usufruir e viver o espaço”, afirma.
O ladrilho hidráulico, técnica tradicional de origem europeia que ganhou forte identidade noBrasil, aparece como representação do artesanal e da imperfeição. Para a arquiteta IsabellaNalon, o fato das peças serem frutos de uma secagem natural, sem padronização industrial,faz com que cada peça apresente pequenas variações de tonalidade e textura. Essa identidadeé única e entrega a mágica do revestimento que escolheu para representar a brasilidade e aestética de um tapete na biblioteca | Fotos: JP Image
Um dos protagonistas do projeto é o piso de ladrilho hidráulico artesanal produzido pela Ladrilar. A paginação desenvolvida pelo escritório de Isabella Nalon mistura diferentes formatos, tamanhos e cores, além de uma peça, em formato de cruzeta, desenvolvida pela influenciadora Nathália Candelária.
Para Isabella, o material assumiu um papel determinante por alguns motivos, a começar pela distinta divisão entre a biblioteca, sala de música e os ares de varanda. “O ritmo personificado em todo ambiente se estabelece aqui com o desenho exclusivo que desenvolvemos por meio da junção das peças”, especifica.
Em tons de areia, rose e o verde, a aplicação do ladrilho hidráulico compõe um grande tapete que remete aos jardins de inverno e resgata referências afetivas das varandas das casas brasileiras. A paixão da arquiteta pelo material se estende pela valorização do feito à mão e a sua produção sustentável, dialogando diretamente com o conceito do ambiente que propõe uma reconexão com processos mais humanos, sensoriais e permanentes.
Muito além de uma bebidaA arquiteta Isabella Nalon remonta a ancestralidade milenar do consumo do chá, umaalquimia natural que entrega sabores e bem-estar| Fotos: JP Image
A contemplação também aparece no ritual do chá, hábito que faz parte da rotina da arquiteta e se sobressai na composição do espaço. Em sua vida pessoal, o chá representa pausa, acolhimento e até cura.
Dois carrinhos de chá, também da Bella Home, organizam essa experiência. Em um deles, louças, bules e peças garimpadas remetem às referências familiares e à influência europeia presente em sua formação. A coleção de bules da loja Teo resgata memórias da infância de Isabella, que cresceu vendo a mãe utilizar objetos semelhantes em casa.
No outro carrinho, potes de vidro armazenam nibs e cascas de cacau orgânicas e biodinâmicas, trazidas da fazenda Cruzeiro do Sul, localizada na Bahia. Eles são utilizados no preparo na infusão do chá considerado uma iguaria. “É rico em antioxidantes e conhecido como o chá da felicidade por conta das suas propriedades”, pontua. Ainda de acordo com ela, o cacau representa também a brasilidade por sua longeva história de cultivo em nosso país.
A mesa central recebe tampo em quartzito brasileiro Vitória Régia e é acompanhada por pufes com o mesmo tecido do barrado utilizado nas cortinas desenvolvidas pela G2 Home. O recurso reforça a unidade visual do ambiente e amplia a sensação de varanda e jardim de inverno formulado pela profissional.
Entre os elementos naturais presentes no ambiente da arquiteta Isabella Nalon, destaquepara a Pachyra aquatica, espécie brasileira típica das regiões Norte e Nordeste conhecida como“árvore do dinheiro” | Foto: JP Image
Localizada à esquerda da biblioteca, a planta Pachyra aquatica pode atingir alturas acima de 10 m e, além de flores, produz frutos semelhantes ao cacau, ricos em propriedades antioxidantes. Na execução do projeto luminotécnico, Isabella incluiu luz artificial que auxilia a fotossíntese da planta que precisa de claridade abundante para o seu desenvolvimento saudável. Para tanto, a conversão da energia luminosa em química precisa atingir a radiação fotossinteticamente ativa.
Próximo à planta, uma cadeira de antiquário reforça a presença da memória afetiva no projeto. “Quase todos temos em casa um objeto herdado, capaz de atravessar gerações e preservar boas memórias”, comenta Isabella.
A Poética do Ritmo, de arquiteta Isabella Nalon, evoca e paixão da leitura como cerne. Assim,o cantinho da leitura se fez especial com a poltrona e mais um exemplar da luminária Cantante| Foto: JP Image
No canto da leitura, uma poltrona divide espaço com mais uma luminária Cantante e duas obras relacionadas com a temática das raízes. A contextualização de Isabella reforça a ideia de que a casa contemporânea pode ir além do abrigo físico para se tornar espaço de permanência, introspecção e representação pessoal.
Ao fim do percurso, ela transforma a arquitetura em um exercício de presença, conexão e movimento interior. Entre música, literatura, arte, raízes, chá e memória afetiva, A Poética do Ritmo propõe um espaço onde desacelerar deixa de ser pausa e passa a ser consciência.
Serviço – CASACOR SP 2026
Local: Parque da Água Branca – Rua Dona Ana Pimentel, 37 – Água Branca, SP
Quando: De 2 de junho a 9 de agosto de 2026 Horários: das 11h às 22h, com entrada no parque até 20h e bilheteria até 20h15
Mais informações:  bilheteriacasacor@abril.com.br
Para comprar ingressos: https://appcasacor.com.br/events/sao-paulo-2026/tickets
Sobre a arquiteta Isabella Nalon
Com uma carreira sólida e experiência proveniente de mais de 30 anos de trabalho, Isabella Nalon percorreu uma trajetória de muitos estudos e pesquisas na área de Arquitetura e Decoração. Iniciou sua carreira atuando como arquiteta na Alemanha e, em 1998, inaugurou seu escritório em São Paulo. Se especializou em projetos arquitetônicos residenciais, comerciais e de decoração de interiores. Possui uma visão plural e ampla de diferentes culturas e públicos, o que se tornou um diferencial em seu percurso profissional. Cada projeto desenvolvido pelo escritório é único, com muita harmonia, elegância e criatividade. Frequentemente, tem obras reconhecidas e publicadas por renomados portais e revistas de arquitetura e decoração, consolidando o escritório na lista dos mais importantes da capital paulista. Instagram: @isabellanalonSite: www.isabellanalon.com Youtube: Isabella NalonTel.: (11) 94453-5500
Fornecedores:Ars Brasil Engenharia: (projeto luminotécnico): @arsbrasil_engenhariaBella Home (móveis soltos): @bellahomeoficialBertolucci (iluminação decorativa): @bertolucciBiadola Tintas (teste de cores): @biadolatintasGerbar (ventiladores): @gerbarventiladoresG2 Home (cortinas e rodapés): @g2.homeHomeney Acabamentos (redutor de piso): @homeneyacabamentosIdeia Verde Paisagismo (paisagismo): @ideiaverdepaisagismoinTom (acabamentos elétricos): @intomwegInterlight (iluminação técnica): @interlightLadrilar (piso hidráulico): @ladrilarLit Lighting Design (projeto de iluminação): @lit  L’oeil (vaso cerâmico): @loeiloficialMaison de La Musique (som e segurança): @maisondelamusiqueObra Prima Telhanorte (material elétrico): @obraprimatelhanortePaulo Carvalho (produtor e curador de objetos): @p_carvalhoOnde eu guardei (organização): @ondeeuguardeioficialTodeschini Arte Design (marcenaria): @todeschiniartedesign
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