O AFROPUNK Brasil [3], realizado pela IDW Company [4], retorna em 2026
reafirmando sua proposta de levar a música negra contemporânea para
diferentes cidades do país, ampliando conexões entre artistas,
territórios e públicos. A expansão foi apresentada nesta terça-feira
(14), durante o IDW Movimenta, summit realizado na Casa de Francisca, no
centro de São Paulo, em um encontro fechado para convidados e
profissionais da indústria criativa. Na ocasião, as sócias da IDW
Company, Ana Amélia Nunes [5] e Potyra Lavor [6], revelaram as cidades
que receberão o festival, além dos primeiros nomes que integram o
line-up da edição de Salvador.
A jornada começa no dia 27 de junho, no Terreirão do Samba, no Rio de
Janeiro, com uma edição do AFROPUNK Experience, segue para Recife, no
dia 12 de setembro, na UFPE, também dentro do formato Experience, e
retorna a Salvador, nos dias 7 e 8 de novembro, no Parque de
Exposições, que recebe a edição principal do festival.
Mais do que crescer em escala, o AFROPUNK Brasil fortalece uma proposta
que vem sendo construída ao longo dos anos: conectar diferentes cenas,
públicos e territórios a partir da música negra. O festival se firma
como um espaço de encontro entre gerações, estilos e vivências – e
essa nova fase amplia o alcance ao levar a experiência para diferentes
regiões do país.
É dentro desse contexto que chega a primeira leva de nomes confirmados.
Entre eles, Jorja Smith [7] ganha destaque como uma das principais vozes
do R&B contemporâneo. A artista britânica construiu uma trajetória
sólida ao longo dos últimos anos, com músicas que transitam entre
soul, R&B e outras influências da música negra global. Seu retorno ao
Brasil acontece em um momento de maturidade artística, reforçando o
olhar internacional do AFROPUNK e sua conexão com o que está sendo
produzido fora do país.
Ao lado dela, o line-up estabelece um diálogo entre diferentes momentos
da música brasileira. Gilberto Gil [8] representa o elo entre passado e
presente, chegando ao festival após o encerramento da turnê “Tempo
Rei”, que celebrou mais de 60 anos de carreira. Já Emicida [9]
reforça seu papel como uma das vozes mais relevantes do rap nacional,
com o recente _Emicida Racional VOL 2 – Mesmas Cores & Mesmos Valores_
(2025), projeto que revisita referências do gênero e amplia
discussões sobre identidade e memória.
A curadoria também destaca a força das sonoridades regionais. Gaby
Amarantos [10] chega ao AFROPUNK com a energia do projeto _Rock Doido_
(2025), levando para o palco um show que traduz esse universo em
performance – com referências ao tecnobrega, estética pop e elementos
da cultura paraense que marcam sua fase mais recente. Em paralelo, Lazzo
Matumbi é uma [11] das vozes fundacionais da música negra baiana
contemporânea; ajudou a consolidar a afirmação estética e política
da negritude na música brasileira. Sua obra atravessa a formação do
samba-reggae e se estabelece como ponte entre tradição,
espiritualidade e construção de identidade cultural, sendo referência
direta para gerações posteriores da música baiana e nacional.
Apontando para os novos caminhos da cena, NandaTsunami [12] surge como
uma das vozes mais interessantes da nova geração. Com o álbum de
estreia _É Disso Que Eu Me Alimento_ (2025), a artista constrói um
universo próprio ao misturar rap, funk e moda, trazendo para o palco
uma performance que dialoga com estética, atitude e narrativa –
refletindo uma geração que se expressa para além da música.
_AFROPUNK Brasil_crédito @mateusORoss_ [13]
O AFROPUNK Brasil ocupa hoje um lugar central entre os maiores festivais
de música do país. O movimento de expansão acompanha um processo que
já vinha sendo desenvolvido pelo projeto. Em 2025, a plataforma – que
passou por São Luís, Rio de Janeiro e Salvador – reuniu mais de 75 mil
pessoas e impactou mais de 12 milhões, um reflexo de como essa
experiência vai além do palco. O AFROPUNK também acontece na forma
como o público chega, se expressa e ocupa o espaço, criando uma
vivência que é tão coletiva quanto artística. A edição de 2026
aprofunda esse caminho ao estruturar um circuito nacional mais
consolidado.
“Expandir o AFROPUNK Brasil para novas cidades é também ampliar as
conexões entre culturas, territórios e pessoas. Ao mesmo tempo,
Salvador segue como o centro dessa história – é onde o festival se
consolidou e onde mantemos nossa base. Encerrar essa jornada com dois
dias na cidade é reafirmar essa relação enquanto o projeto cresce. O
AFROPUNK nasce desse encontro e se fortalece ao dialogar com diferentes
realidades sem perder sua essência”, afirma Ana Amélia Nunes, sócia
e diretora de conteúdo da IDW Entretenimento.
Potyra Lavor, CEO da IDW Company, reforça que “o AFROPUNK Brasil
impactou 136 milhões de reais na economia e, na edição principal,
levou turistas de 100% dos estados brasileiros, além de estrangeiros
vindos de mais de 36 países. É cultura gerando negócios e
fortalecendo os mercados por onde o festival passa”.
A movimentação também aponta para um plano de crescimento contínuo.
Para 2027, o AFROPUNK Brasil já prevê edições em Fortaleza, Belo
Horizonte e Salvador. Em 2028, o projeto segue ampliando sua presença
com passagens por Brasília, Porto Alegre e novamente Salvador,
consolidando um circuito nacional.
EXPERIENCES:
O AFROPUNK Experience Rio de Janeiro, que chega pela segunda vez no
Terreirão do Samba no dia 27 de junho, já anuncia o cantor e
compositor Edson Gomes [14], que com 40 anos de carreira, é considerado
o maior ícone do reggae resistência, e ganhou destaque nacional com o
álbum “Reggae Resistência” (1988), além de lançar diversos
projetos importantes, como Recôncavo (1990), Campo de Batalha (1992), e
Resgate Fatal (1995).
Outra baiana que chega para abrilhantar o line-up, é Rachel Reis [15],
com um show intenso, sensorial e visualmente marcante. No repertório,
estão músicas do seu novo projeto “Divina Casca”, como
“Alvoroço”, “Ensolarada”, “Apavoro” e “Sexy Yemanjá”,
além de sucessos do álbum de estreia Meu Esquema (2022), trabalho que
apresentou Rachel ao reconhecimento nacional.
Já o AFROPUNK Experience Recife acontece pela primeira vez no dia 12 de
setembro, na Universidade Federal de Pernambuco – UFPE, com três nomes
de peso já confirmados no line-up. Para começar, a mais célebre
cirandeira do Brasil, Lia de Itamaracá [16] recebe a cantora Daúde
[17] para um show memorável, já mostrando a potência que o evento
debuta na cidade. Outro nome para abrilhantar é Ebony [18], cantora
carioca que já é consolidada como um dos grandes nomes do rap
nacional.

Serviço
AFROPUNK Brasil 2026
Data: Rio de Janeiro – 27/06; Recife – 12/09; Salvador – 7/11 e 8/11
Local:
Edição 2026 Rio de Janeiro – 27/06 – Terreirão do Samba – R. Benedito
Hipólito, 66
Edição 2026 Recife – 12/09 – UFPE – Av. Prof. Moraes Rego, 1235
Edição 2026 Salvador – 7/11 e 8/11 – Parque de Exposições – Av.
Luís Viana Filho, 1590
Mais informações: Link [19]
Links:
——
[3] https://www.instagram.com/oafropunkbrasil/?hl=pt-br
[4] https://www.instagram.com/idw.company/
[5] https://www.instagram.com/namelianunes/
[6] https://www.instagram.com/potyralavor/
[7] https://www.instagram.com/jorjasmith_/
[8] https://www.instagram.com/gilbertogil/
[9] https://www.instagram.com/emicida/
[10] https://www.instagram.com/gabyamarantos/?hl=pt
[11] https://www.instagram.com/lazzomatumbi/
[12] https://www.instagram.com/nandatsunami/
[14] https://www.instagram.com/edsongomesreal/?hl=pt-br
[15] https://www.instagram.com/rachelreisc/?hl=pt-br
[16] https://www.instagram.com/liadeitamaracaoficial/
[17] https://www.instagram.com/daudeoficial/?hl=pt-br
[18] https://www.instagram.com/baddiebony/
[19] https://www.instagram.com/oafropunkbrasil/

