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Entrevista exclusiva com MADDIX

By Guilherme de Paola4 maio, 2026Nenhum comentário5 Mins Read
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Entrevista exclusiva: MADDIX fala sobre raízes no Dutch House, segredos de produção e o impacto de “Favela” no Brasil

MADDIX, codinome de Pablo Rindit, é um dos nomes que mais tem chamado a atenção na cena eletrônica atual. Com uma bagagem que mistura percussão clássica e a influência da era de ouro do House holandês, o DJ conversou conosco sobre sua carreira, o workflow no estúdio e a conexão inabalável com o público brasileiro.

DJSOUND: Pablo, vamos começar pelo nome. Por que MADDIX? Não soa como um nome típico holandês. Como você chegou a ele?

MADDIX: É uma resposta um pouco sem graça (risos). Eu comecei lançando músicas com meu próprio nome, e ainda dá para achar algumas no Spotify de anos atrás, mas não combinavam com o gênero que eu estava fazendo. Era difícil para as pessoas pronunciarem. Fiz uma lista de 20 nomes e o que eu mais gostei foi Maddox, mas já existia um DJ com esse nome no Beatport e SoundCloud. Então, mudei o “o” pelo “i” —

MADDIX

MADDIX — e segui com ele. Sinto-me bem com ele agora, embora não tenha nenhuma conexão profunda com o meu passado.

DJSOUND: Você nasceu e cresceu na Holanda nos anos 90, uma época em que a dance music já era gigantesca por lá. Quais foram suas grandes influências?

MADDIX: Quando eu tinha uns 8 ou 10 anos, ganhei um CD do meu banco — para incentivar as crianças a usarem contas — e já vinha com músicas eletrônicas malucas. Meus favoritos eram Hardwell, Afrojack, Chuckie e Eric E. Todos faziam aquele estilo que chamavam de “Old Dutch House”. Foi por causa deles que comecei a produzir.

DJSOUND: E quando foi esse início na produção?

MADDIX: Acho que no ensino médio, por volta dos 16 anos. Um amigo me apresentou o Fruity Loops (FL Studio). Como eu venho de um background percussivo — minha mãe tem uma escola de percussão e djembe, e eu sempre toquei tambores africanos — clicar os ritmos no estúdio pareceu muito natural para mim.

DJSOUND: Você voltou recentemente da América do Sul. Muitos artistas dizem que a energia no Brasil é diferente. Você conseguiu sentir isso?

MADDIX: 100%. Eu faço de 80 a 100 shows por ano, e os do Brasil e da América do Sul foram os melhores até agora. É loucura. A energia, a paixão… você consegue sentir. No momento em que começo a tocar, tudo explode. Como DJ, isso te dá uma energia que te faz tocar melhor, e o público retribui ficando ainda mais maluco. Na Holanda, somos um pouco “mimados” com tantos festivais toda semana, então a energia acaba sendo diferente.

DJSOUND: Sua nova faixa, “Favela”, está crescendo muito por aqui. Como surgiu a ideia dessa produção e como foi tocá-la no Tomorrowland Brasil?

MADDIX: Estou sempre buscando novos idiomas e ideias para me inspirar. Eu sabia que ia tocar no Mainstage do Tomorrowland Brasil, minha primeira vez na América do Sul, então quis fazer algo influenciado por isso. Encontrei os vocais e criei a música com a identidade Maddox, mas com esse toque local. Terminei a faixa dois dias antes do show! Foi incrível ver o campo inteiro de pessoas ficando loucas com uma música que nunca tinham ouvido antes.

DJSOUND: Entrando em um lado mais técnico para os produtores que nos acompanham: como você consegue manter kicks de bateria tão agressivos sem perder a clareza no mix?

MADDIX: Produzo há quase 19 anos e sinto que só agora estou chegando em um nível de clareza realmente bom. Não há um “truque” específico, mas a dance music hoje em dia é muito alta, e para chegar nesse volume, o mix precisa estar muito limpo. Eu uso muitos kicks de 909 e, curiosamente, não uso muita compressão. Uso muita saturação, distorção e clipping. Faço minha própria mixagem e masterização, e para soar alto assim, uso muito clipping; meu master limiter quase não atua, às vezes apenas 0.5 dB.

MADDIX

DJSOUND: Onde você prefere testar suas músicas novas: em clubes pequenos ou em grandes festivais?

MADDIX: Hoje em dia eu confio muito no meu estúdio e nos meus fones de ouvido. Se soa bem lá, eu confio. Mas geralmente testo em clubes antes, para ver se precisa de algum ajuste fino. Para “Favela” não houve tempo, tive que confiar no processo e tocar direto nos alto-falantes gigantes do Tomorrowland. Deu certo!

DJSOUND: O que podemos esperar do MADDIX para o restante de 2026?

MADDIX: Minha próxima música, “Coming Home”, sai em duas semanas. É uma faixa que toco há quase um ano. Depois disso, teremos um projeto especial com vários lançamentos que as pessoas estão esperando há tempos, saindo um atrás do outro. Atualmente, estou trabalhando em 9 ou 10 faixas ao mesmo tempo, incluindo algumas colaborações. Eu levo meu tempo com a música; se demorar seis meses para uma track ficar pronta, tudo bem. O importante é que ela seja boa o suficiente para mim.

DJSOUND: Existe algum sonho ou palco que você ainda não conquistou?

MADDIX: Já toquei em muitos festivais grandes, mas adoraria fazer slots noturnos ou de encerramento (closing slots) no Mainstage do Tomorrowland ou Ultra. E festivais que ainda não fui, como o Coachella, ainda são um grande objetivo.

DJSOUND: Para encerrar, qual a sua mensagem para o público brasileiro?

MADDIX: Brasil, eu amo vocês! Aquele show foi insano. Mal posso esperar para voltar e espero poder explorar um pouco mais desse país maravilhoso na próxima vez.

MADDIX

Ouça preview – MADDIX @Favela

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Guilherme de Paola
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